terça-feira, 18 de maio de 2010
Chocolápis, gostinho de infância
Ontem, durante uma visita ao supermercado, encontrei os Chocolápis da Pan. Comprei só para me lembrar de quando comia isso quando era criança. Acredito que era na época em que estudava na escolinha para filhos de funcionários da Unicamp. Voltava com a minha mãe no fretado e ela vivia me comprando guloseimas - ela era bem jovem e mãe de primeira viagem, por isso me enchia de mimos, rs.
É incrível que eles ainda existam. Continuam a ser bons e a acabar rápido ;)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Design - móveis - Starck
Há algum tempo venho investindo parte do meu tempo em observar o design das coisas - todas as coisas desde o formato de copos de vidro ao formato das placas de trânsito e dos carros.
Passei a seguir, no Twitter, uma loja virtual de design de móveis, a Modernidade Móveis. Hoje, ao chegar ao trabalho, enquanto checava os e-mails e lia algumas notícias, conheci, via @modernidade, o trabalho do designer francês Philippe Starck. No caso, o assunto eram as cadeiras de acrílico de Starck, inspiradas no modelo Luís XV, que é esse aqui:
As criações de Starck são 2002 e receberam o nome de "Louis Ghost":
E aí vão alguns ambientes onde elas foram colocadas:






E há também a versão sem os braços, chamada de Victória Ghost:

Passei a seguir, no Twitter, uma loja virtual de design de móveis, a Modernidade Móveis. Hoje, ao chegar ao trabalho, enquanto checava os e-mails e lia algumas notícias, conheci, via @modernidade, o trabalho do designer francês Philippe Starck. No caso, o assunto eram as cadeiras de acrílico de Starck, inspiradas no modelo Luís XV, que é esse aqui:

As criações de Starck são 2002 e receberam o nome de "Louis Ghost":

E aí vão alguns ambientes onde elas foram colocadas:






E há também a versão sem os braços, chamada de Victória Ghost:


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terça-feira, 11 de maio de 2010
Um novo poema da mesma fonte
Escrevi sobre a Júlia no outro post. Pois é, no mesmo dia, entrei no perfil dela no orkut e, na descrição, encontrei isso aqui:
Italo Calvino
O inferno dos vivos não é algo que será; se existe, é aquele que está aqui,
o inferno no qual vivemos todos os dias, que formamos estando juntos. Existem
duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas:
aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A
segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber
reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e
abrir espaço.
Italo Calvino
sábado, 8 de maio de 2010
Uma recompensa em forma de poesia
Tenho uma grande amiga, Julia Alquéres, que me alegra, vez ou outra, ao me enviar um poema. O que mais me encanta é que ela acerta o meu gosto. Sempre me tocam os versos que chegam a mim através dela.
No último 29 de abril foi aniversário da Julia. Eu só mandei um scrap no orkut, algo bem banal. Mas ela foi generosa e me recompensou: mais uma vez foi a minha ponte até um poema. E só por isso, pelo envio de poesia, considero a Julia como uma das pessoas que mais enriquecem o meu dia a dia.
No último 29 de abril foi aniversário da Julia. Eu só mandei um scrap no orkut, algo bem banal. Mas ela foi generosa e me recompensou: mais uma vez foi a minha ponte até um poema. E só por isso, pelo envio de poesia, considero a Julia como uma das pessoas que mais enriquecem o meu dia a dia.
Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.Antonio Cicero
Em cofre não se guarda coisa alguma.
Em cofre perde-se a coisa à vista.
Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por
admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.
Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por
ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,
isto é, estar por ela ou ser por ela.
Por isso melhor se guarda o vôo de um pássaro
Do que um pássaro sem vôos.
Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,
por isso se declara e se declama um poema:
Para guardá-lo:
Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:
Guarde o que quer que guarda um poema:
Por isso o lance do poema:
Por guardar-se o que se quer guardar.
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